O Grupo Origem está preparando a abertura de uma dark kitchen, em parceria com o iFood, para reunir o delivery de seus restaurantes em uma única plataforma. A proposta, segundo Fabricio Lemos, permitirá combinar no mesmo pedido pratos de diferentes casas, com receitas adaptadas à entrega e atenção às embalagens. O investimento deve ficar entre R$ 400 mil e R$ 500 mil, com uma equipe estimada em seis pessoas. A estrutura também abrigará a operação online da confeitaria de sua mulher e sócia Lisiane Arouca, batizada de Meg.
Nova equação
A cozinha terá outra função: produzir preparações que exigem mais tempo e grandes panelas para abastecer os próprios restaurantes, aliviando o trabalho nas unidades. Fabrício Lemos afirma que o movimento busca equilibrar as contas do grupo após um primeiro semestre de resultados insatisfatórios, queda de faturamento e redução de equipe. Com custos pressionando as margens, a aposta é ampliar as ocasiões de consumo e levar a experiência das casas à mesa de quem prefere comer em casa.