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86,7% das mulheres baianas não adotaram sobrenome dos maridos no casamento em 2024

Por Redação

1 min de leitura

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Cada vez mais mulheres na Bahia estão dizendo “sim” ao casamento — mas não ao sobrenome do marido. Em 2024, 86,7% das noivas baianas decidiram manter o próprio nome. Dos 52.623 casamentos registrados no estado no ano passado, apenas 6.979 resultaram na adoção do sobrenome do cônjuge.

A tendência já vem de longe e se consolida ano após ano. Quando o atual Código Civil entrou em vigor, em 2003, 70,5% das mulheres já faziam essa escolha. Naquele ano, foram 45.396 casamentos no estado, e 13.403 noivas adotaram o sobrenome do marido.

O movimento, no entanto, não é exclusivo das mulheres: manter o nome de solteiro tem sido a opção da maioria dos casais. Em 2024, essa escolha marcou 82,9% das uniões na Bahia — índice bem acima dos 32,4% registrados em 2003.

Os números foram reunidos pela Associação dos Notários e Registradores da Bahia (Anoreg-BA), com base nos registros informados pelos cartórios à Central Nacional de Informações do Registro Civil.

Foto: Reprodução

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