O Circo Picolino abre sua lona fúcsia de 1º a 14 de dezembro para comemorar quatro décadas de criação, formação e resistência com o Viva o Circo ano XL | Festival Internacional. A orla de Pituaçu será o eixo de uma programação gratuita e acessível — com Libras e audiodescrição — que reúne grupos e artistas do Brasil e do mundo. Espetáculos, cabarés, varietés, cortejos, oficinas, mesas de memória e ações formativas compõem a agenda, que também revisita territórios simbólicos da história do Picolino: Ondina, Barris, Rio Vermelho, Boca do Rio e, claro, sua casa atual.
Entre os destaques, a abertura no dia 1º traz a artista e pesquisadora Verônica Tamaoki — fundadora do Picolino ao lado de Anselmo Serrat — em performance especial, seguida do espetáculo comemorativo “Picolino – 40 Anos”. No dia 3, o festival lança a revista A Mulher do Circo – Bahia, homenageando mestras circenses do estado. Já o dia 4 recebe “Todo Mundo Vai ao Circo”, montagem histórica da Cia Picolino que há décadas encanta plateias com humor, números aéreos, palhaçaria, malabares, música ao vivo e reflexões sobre cidadania, diversidade e infância. Na sequência, a programação segue com Nariz de Cogumelo (5), cortejo e Varieté Picolino (6), espetáculo internacional do Cirque Immersif e solo de Fafá Coelho (7).

A segunda semana mantém o ritmo vibrante: mesa Memórias Picolino e espetáculo Nove Maneiras de Não Sucumbir (10); nova edição da Varieté Picolino (11); apresentação da Cia Fulanas de Circo (12); e a partilha pública da Escola Picolino com crianças e jovens, seguida da remontagem de “Um Tributo à Paixão” (13). No dia 14, o festival encerra com o cortejo “Saideira de Picadeiro”, saindo das Quadras da Boca do Rio com a performance musical “AfroDef e a Cadeira de Som”. Toda a programação integra a Rede Municipal de Pontos de Cultura e conecta o Picolino ao Jazz na Avenida e ao Espaço Núcleo de Circo, reforçando seu papel como território de liberdade, diversidade e afeto em Salvador.
Fotos: Divulgação


