A Sereia do Rio Vermelho, do artista plástico baiano Tatti Moreno, passou por um processo de restauração às vésperas da Festa de Iemanjá, celebrada na próxima segunda-feira (2). A intervenção foi conduzida pelo artista plástico José Dirson Argolo, sob coordenação da Fundação Gregório de Mattos (FGM).
Feita em fibra de vidro, a escultura apresenta maior resistência à ação do tempo e da maresia quando comparada a obras em ferro ou bronze, mais suscetíveis à corrosão. Dentro da produção de Tatti Moreno, A Sereia do Rio Vermelho se destaca pelo porte e pela imponência, ao lado das esculturas do Dique do Tororó, compondo um dos núcleos mais emblemáticos de sua obra em espaço público.
A escultura está instalada no Largo da Mariquita, no bairro do Rio Vermelho. A obra integra o conjunto de esculturas de temática afro-religiosa que consolidaram a presença de Tatti Moreno na paisagem urbana da capital baiana. O artista, que faleceu em julho de 2022, aos 77 anos, deixou um legado amplamente reconhecido pela força simbólica e pela relação direta com os territórios e as matrizes culturais da cidade.
Foto: Instituto Argolo e Bruno Concha / Secom PMS
Feita em fibra de vidro, a escultura apresenta maior resistência à ação do tempo e da maresia quando comparada a obras em ferro ou bronze, mais suscetíveis à corrosão. Dentro da produção de Tatti Moreno, A Sereia do Rio Vermelho se destaca pelo porte e pela imponência, ao lado das esculturas do Dique do Tororó, compondo um dos núcleos mais emblemáticos de sua obra em espaço público.
A escultura está instalada no Largo da Mariquita, no bairro do Rio Vermelho. A obra integra o conjunto de esculturas de temática afro-religiosa que consolidaram a presença de Tatti Moreno na paisagem urbana da capital baiana. O artista, que faleceu em julho de 2022, aos 77 anos, deixou um legado amplamente reconhecido pela força simbólica e pela relação direta com os territórios e as matrizes culturais da cidade.
Foto: Instituto Argolo e Bruno Concha / Secom PMS
