A Florense Salvador promoveu uma viagem especial à
Serra Gaúcha reunindo arquitetos de sete escritórios baianos para uma
imersão na história, nos processos produtivos e nas inovações de uma das
mais tradicionais fabricantes de mobiliário de alto padrão do país.

Conduzida por Fabíola Secchin, sócia da Florense Salvador, a viagem
reuniu os arquitetos Beatriz Moreira, do escritório Mariana Leão
Arquitetos; Rodrigo Cassieri, do Cassieri Arquitetura; Mona Queiroz, do
escritório Mario Figueiredo Arquitetos; Karla Hagenbeck, do escritório de
mesmo nome; Cristina Chaves, do escritório homônimo; Paula Marques,
da Pinheiro & Martinez Arquitetura; e Daniela Lopes., do Daniela Lopes
Interior Design.

A programação começou em Porto Alegre, com uma visita à nova flagship
da Florense. Mais do que uma loja, o espaço foi concebido como um
manifesto arquitetônico que traduz a visão contemporânea da marca,
reunindo design, sustentabilidade e experiências sensoriais. Durante um
brunch e tour guiado, os profissionais conheceram os conceitos que
norteiam essa nova geração de showrooms da empresa.
De lá, o grupo seguiu para Flores da Cunha, cidade da Serra Gaúcha onde a
Florense nasceu e mantém sua fábrica. Cercados por vinhedos, montanhas
e pela forte herança cultural da imigração italiana, os arquitetos foram
convidados a conhecer o território que ajudou a construir a identidade da
empresa.
Um dos pontos altos da viagem foi a visita à Casa Florense, espaço que
preserva a memória da marca e apresenta sua trajetória ao longo de mais
de sete décadas. A fachada restaurada da primeira fábrica, o acervo
histórico, as instalações interativas e os lançamentos mais recentes
ajudam a contar a evolução de uma empresa que se tornou referência
internacional em mobiliário sob medida.
A agenda incluiu ainda uma visita à Inside, nova operação do Grupo
Florense voltada para portas e revestimentos de alto desempenho. A
unidade impressionou pela tecnologia empregada no desenvolvimento de
produtos que ampliam as possibilidades de especificação para arquitetos
e designers de interiores.
O momento mais esperado da programação aconteceu durante o tour
pela fábrica da Florense. Os profissionais acompanharam de perto os
processos produtivos que unem tecnologia de ponta, sustentabilidade e o
trabalho artesanal que continua sendo uma das assinaturas da marca.
Máquinas de última geração convivem com o “fato a mano” nos
acabamentos e nas tecnologias high-end, evidenciando a busca
permanente pela excelência que tornou a Florense reconhecida dentro e
fora do Brasil.
Ao longo da programação, os participantes puderam compreender de
forma mais profunda a essência da Florense, sintetizada em uma frase
frequentemente associada ao fundador Lourenço Darcy Castellan: “Quem
está na Florense é porque tem serragem nas veias”. Mais do que uma
referência ao trabalho com a madeira, a expressão traduz o compromisso
com o fazer bem-feito, a atenção aos detalhes e o orgulho das origens.
Enogastronomia.
Mas a expedição não se limitou ao universo da arquitetura e do design. A
gastronomia e o vinho também tiveram papel importante na experiência.
O grupo participou de um jantar harmonizado na Vinícola Famiglia
Veadrigo, instalada em um charmoso porão que preserva a atmosfera das
antigas cantinas italianas da região. Já na Vinícola Luiz Argenta,
considerada uma das mais belas do país, os arquitetos puderam apreciar a
combinação entre paisagem, arquitetura contemporânea e produção
vinícola de excelência.
Outro destaque foi o almoço no Ristorante Dolce Italia, localizado na
Escola de Gastronomia de Flores da Cunha, onde os convidados
experimentaram um menu inspirado na tradição italiana e elaborado a
partir de ingredientes locais.
Ao promover uma experiência que conecta indústria, arquitetura, design,
cultura e território, a Florense Salvador reforça sua relação com os
profissionais especificadores e evidencia que, por trás de cada projeto,
existe uma história construída com inovação, tradição e propósito.
Fotos: Divulgação
