Baiano de Ibicaraí, o artista Maxim Malhado promete transformar a cidade de Salvador em um grande caderno coletivo. A oficina “Abrindo Letras”, que ele realiza nesta sexta-feira, 14, na Caixa Cultural, convida os interessados a ocuparem o espaço público com arte, presença e poesia.
Durante o encontro, Maxim, que é agenciado pela galeria Paulo Darzé, compartilha seu processo criativo e as histórias que nasceram de suas caminhadas por diferentes territórios. A atividade é um chamado à escrita como gesto de resistência e afeto, revelando a força política das palavras quando ganham as ruas. Ao final, cada participante cria sua própria placa e percorre, junto ao artista, o entorno da Caixa Cultural, na Carlos Gomes, instalando as frases em postes e muros.
A ação é inspirada na própria obra Abrindo Letras, em que o pintor e desenhista realizou uma intervenção urbana com mensagens poéticas escritas à mão em placas de madeira.
Atualmente, Maxim Mora em Massarandupió, no litoral baiano. Desde 1995, quando começou a carreira, foi premiado sete vezes nos Salões Regionais da Bahia, e, em 2001, recebeu o Prêmio Aquisição no VIII Salão do Museu de Arte Moderna da Bahia. Foi selecionado no Itaú Cultural – Rumos Visuais 2001-2003, e, em 2004, participou da 26ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo. Recentemente, participou da Bienal de Montevidéu, no Uruguai.


