O Carnaval de Salvador, considerada a maior festa de rua do planeta, além de um dos mais importantes eventos da área de entretenimento da capital baiana, é também palco para difusão da cultura afro-brasileira. Pelas ruas e avenidas dos três circuitos oficiais (Dodô, Osmar e Batatinha), música, dança e outras manifestações culturais são apresentadas a baianos e turistas do Brasil e do exterior, e chegam a várias partes do mundo através de canais de comunicação como televisão, rádio, redes sociais e outros.
E é neste contexto que se insere o Camarote Viva Bahia, que volta ao coração da folia, no Farol da Barra, pelo segundo ano consecutivo, reconhecido internacionalmente com vencedor do Prêmio Lusófonos de Criatividade, por seu projeto de inovação, hospitalidade e sustentabilidade.
O espaço, que ressalta a cultura local desde a sua decoração – que reproduz uma casa autenticamente baiana – aposta na gastronomia local, e na música de raiz, através de sua grade musical que traz uma programação composta basicamente por artistas locais.
O projeto também abraça outras linguagens artísticas e culturais como as artes plásticas, dando visibilidade a artistas visuais, através da utilização de diversas obras de arte espalhadas pelos seus cerca de mil metros quadrados, numa curadoria criteriosa focada na diversidade. Assim como os artistas plásticos, os artesões também ganham destaque no ambiente, que aposta no artesanato baiano e em outros símbolos que representam a diversidade de linguagens artísticas da Bahia.
Samba
Seguindo o tema da edição deste ano de 2026 do Carnaval de Salvador, que elegeu o Samba para homenagear, o Camarote Viva Bahia criou uma grade de atrações que trilhará pelos caminhos desse gênero musical autenticamente brasileiro, e que muitos defendem ter nascido na Bahia, como disse Vinicius de Moraes na canção Samba da Benção, de sua autoria.
Todos os dias, antes das apresentações musicais dos artistas que compõem a grade de atrações dos seis dias de festa, como Alexandre Peixe, Adelmo Casé, Dani Vye, Tiago Nascimento, Pierre Onassis (Afrodisíaco) e Sambaiana, o palco do Camarote Viva Bahia será aberto com autênticas rodas de samba conduzidas por grupos de sambistas locais que reverenciarão clássicos deste ritmo musical brasileiro.
Patrimônio Cultural
A relação do Camarote Viva Bahia com a cultura brasileira, especialmente a baiana, começa na escolha do espaço: o histórico edifício Oceania, o primeiro prédio em estilo art déco da capital baiana, construído ainda nos anos 1940 e tombado como Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia pelo IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia). A edificação está situada no Farol da Barra, equipamento que, assim como a área do seu entorno, são patrimônios nacionais tombados desde 1938 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artística Nacional (IPHAN).
Este ano, o espaço conta com os patrocínios da Caixa Cartões, Caixa e Governo do Brasil, marcas que acreditam e investem na cultura e na diversidade do Carnaval da Bahia, estando sempre presentes, apoiando iniciativas, projetos e entidades carnavalescas. Onde tem patrocínio, tem Governo do Brasil.
Um dos maiores diferenciais do Camarote Viva Bahia é que ele se insere na folia, não apenas como um produto de entretenimento, mas como um espaço onde a cultura é o destaque principal. Seja através da arquitetura, design, arte, música, seja pela hospitalidade, uma das maiores características do povo baiano. Juntos, estes se encontram para criar uma experiência única no Carnaval de Salvador — celebrando, com identidade e sofisticação, a maior festa de rua do mundo.
Imagem/Reprodução perpesctiva


