A primeira edição do Circuito Lina foi realizada nesta sexta-feira (27), inaugurando uma proposta de caminhadas guiadas pela Ladeira da Misericórdia e pelo Espaço Coaty, no Centro Histórico de Salvador. A iniciativa marca também o início do processo de reativação do Coaty, conduzido pela Associação Cultural Pivô desde 2025, inserindo o espaço em uma nova dinâmica de uso e circulação.
Ao longo do trajeto, os participantes foram convidados a observar as múltiplas camadas que atravessam a região — da formação urbana às experiências cotidianas de quem vive e trabalha no entorno. A proposta se constrói a partir de uma escuta ampliada do território, onde história, arquitetura e práticas sociais se entrelaçam em narrativas que escapam aos roteiros convencionais.
Realizada em parceria com a Prefeitura de Salvador, a atividade reuniu convidados com vínculos diretos com a área, como Edmilson Rodrigues dos Santos, serralheiro e mestre artífice da Ladeira da Conceição da Praia, além dos produtores culturais Nilma Santos e Marcelo Teles, ligados ao Centro Cultural Que Ladeira é Essa?. Voltado a pesquisadores e interessados em memória urbana, o circuito é gratuito, com inscrições limitadas e mediado por diferentes olhares a cada edição, ampliando as possibilidades de leitura sobre a cidade.
Foto: Reprodução/@asmelhorescoisasdesalvador
Ao longo do trajeto, os participantes foram convidados a observar as múltiplas camadas que atravessam a região — da formação urbana às experiências cotidianas de quem vive e trabalha no entorno. A proposta se constrói a partir de uma escuta ampliada do território, onde história, arquitetura e práticas sociais se entrelaçam em narrativas que escapam aos roteiros convencionais.
Realizada em parceria com a Prefeitura de Salvador, a atividade reuniu convidados com vínculos diretos com a área, como Edmilson Rodrigues dos Santos, serralheiro e mestre artífice da Ladeira da Conceição da Praia, além dos produtores culturais Nilma Santos e Marcelo Teles, ligados ao Centro Cultural Que Ladeira é Essa?. Voltado a pesquisadores e interessados em memória urbana, o circuito é gratuito, com inscrições limitadas e mediado por diferentes olhares a cada edição, ampliando as possibilidades de leitura sobre a cidade.
Foto: Reprodução/@asmelhorescoisasdesalvador
