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A estimativa para a safra 2025 da Bahia projeta uma produção de 12,5 milhões de toneladas de cereais, oleaginosas e leguminosas, um avanço de 9,8% em relação ao ano anterior, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo IBGE e analisado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu nono levantamento, estima uma safra ainda maior: 13,7 milhões de toneladas, crescimento de 10,3% na comparação com o ciclo anterior. A área plantada também cresceu, chegando a 4 milhões de hectares (+6,1%).

A soja segue como carro-chefe da produção baiana. A expectativa é colher 8,61 milhões de toneladas, alta de 14,3% em relação a 2024, com produtividade média de 4,01 t/ha. O algodão também apresenta desempenho positivo, com produção estimada em 1,78 milhão de toneladas, o que mantém a Bahia como maior produtor do Nordeste e segundo maior do país, atrás apenas do Mato Grosso.

O milho deve alcançar 2,37 milhões de toneladas, com ligeiro crescimento (2,4%), mesmo com redução na área plantada. Já o feijão apresenta retração: 213 mil toneladas (-4,2%), com destaque para a queda de 11% na primeira safra, parcialmente compensada por um crescimento de 6,7% na segunda.

Na cafeicultura, o estado deve colher 266 mil toneladas, 6,8% a mais que em 2024. O arábica soma 110 mil toneladas (+5,9%) e o canéfora, 156 mil (+7,5%). A produção de cacau sobe para 119 mil toneladas (+7%), enquanto a cana-de-açúcar recua 1%, com 5,49 milhões de toneladas.

Na fruticultura, destacam-se banana (906 mil t, +4,8%), laranja (632 mil t, +0,3%) e uva (61 mil t, +10%). A mandioca cresce 14,7%, totalizando 907 mil toneladas, enquanto a batata-inglesa (340 mil t, +1,7%) também sobe. Já o tomate apresenta forte retração: 183 mil toneladas, queda de 48,4%.

De acordo com a Conab, a expansão das áreas de soja (+156 mil ha) e algodão (+67 mil ha) impulsionou os números da safra 2024/2025. A produção de algodão, segundo o órgão, pode chegar a 1,97 milhão de toneladas, com aumento de 16,5%. O desempenho é atribuído à boa rentabilidade e às condições climáticas favoráveis no oeste baiano.

Por outro lado, o milho enfrenta queda de 10,1%, com produção estimada em 2,66 milhões de toneladas, impactada por adversidades climáticas e baixa rentabilidade. O feijão também sofreu perdas expressivas, com queda de 42,2% na primeira safra em relação ao ciclo anterior, principalmente nas regiões centrais do estado, que enfrentaram escassez de chuvas.

Ronaldo Jacobina

Jornalista

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