As obras de reparação da Igreja de São Francisco de Assis, a famosa “Igreja de Ouro” do Centro Histórico de Salvador, foram prorrogadas por mais quatro meses, segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O templo, considerado uma das mais belas expressões do barroco brasileiro, está em restauração desde fevereiro, após o trágico desabamento do forro do teto que provocou a morte da turista paulista Giulia Panchoni Righetto, de 26 anos. O investimento inicial de R$ 1,3 milhão contemplou ações emergenciais como escoramento, limpeza, avaliação estrutural e proteção dos elementos artísticos do monumento.
Com a assinatura de um termo aditivo no início de outubro, o cronograma foi estendido e a previsão de conclusão passou para fevereiro de 2026. O reforço financeiro de R$ 1 milhão, liberado pelo Ministério da Cultura, permitirá a substituição de 90% das telhas cerâmicas, parte do madeiramento leve e a consolidação estrutural das tábuas do forro. As intervenções são essenciais para garantir a segurança dos visitantes e a preservação de um dos maiores patrimônios históricos e religiosos do país.


