No semiárido baiano, longe dos grandes centros de pesquisa, um experimento escolar chama atenção pela sofisticação da proposta. As estudantes Alinne Sousa e Graziely dos Santos, do Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Célia Oliveira Leite, em Ibipeba, desenvolveram um perfume em bastão formulado a partir de óleo de coco (Cocos nucifera), cera de candelila (Euphorbia antisyphilitica), manteiga de karité (Vitellaria paradoxa) e óleos essenciais — combinação que alia fragrância e cuidado com a pele.
O projeto nasceu da observação de uma lacuna entre mercados. Sob orientação da professora Ianca Rocha e coorientação de Rodrigo Coutinho, as alunas identificaram que, enquanto o consumo nacional ainda privilegia perfumes líquidos, o formato sólido já integra o portfólio de marcas internacionais, especialmente em propostas mais contemporâneas e portáteis.
Com passagem de destaque pelo Encontro Estudantil da Secretaria da Educação, o trabalho foi conduzido de maneira artesanal, ainda que ancorado na estrutura laboratorial disponível na escola. O desenvolvimento seguiu uma lógica experimental, baseada em testes sucessivos e ajustes finos de formulação, em busca de equilíbrio entre textura, fixação e conforto na aplicação.
“Inicialmente, definimos as matérias-primas que seriam utilizadas. Em seguida, estabelecemos as proporções iniciais de cada componente e iniciamos os testes. Ao longo do processo, ajustamos a formulação conforme os resultados. Quando a textura ficava mais rígida e causava desconforto na pele, reduzíamos a quantidade de cera e aumentávamos a de óleo essencial. Assim, fomos refinando a composição até alcançar a textura e a fragrância desejadas”, explica a professora Ianca.
Foto: Divulgação
O projeto nasceu da observação de uma lacuna entre mercados. Sob orientação da professora Ianca Rocha e coorientação de Rodrigo Coutinho, as alunas identificaram que, enquanto o consumo nacional ainda privilegia perfumes líquidos, o formato sólido já integra o portfólio de marcas internacionais, especialmente em propostas mais contemporâneas e portáteis.
Com passagem de destaque pelo Encontro Estudantil da Secretaria da Educação, o trabalho foi conduzido de maneira artesanal, ainda que ancorado na estrutura laboratorial disponível na escola. O desenvolvimento seguiu uma lógica experimental, baseada em testes sucessivos e ajustes finos de formulação, em busca de equilíbrio entre textura, fixação e conforto na aplicação.
“Inicialmente, definimos as matérias-primas que seriam utilizadas. Em seguida, estabelecemos as proporções iniciais de cada componente e iniciamos os testes. Ao longo do processo, ajustamos a formulação conforme os resultados. Quando a textura ficava mais rígida e causava desconforto na pele, reduzíamos a quantidade de cera e aumentávamos a de óleo essencial. Assim, fomos refinando a composição até alcançar a textura e a fragrância desejadas”, explica a professora Ianca.
Foto: Divulgação
