A Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA) chega à sua 13ª edição reafirmando o compromisso com a diversidade e a pluralidade de vozes. De 23 a 26 de outubro, o evento promoverá encontros que atravessam temas como identidade, raça, gênero, sexualidade e pertencimento. Entre os destaques está a Geração Flica, espaço voltado ao público jovem que incentiva o diálogo entre escritores e leitores sobre as múltiplas formas de ser e existir através da literatura.
A programação inclui a mesa “A literatura e suas identidades: diversidade e representação nos livros”, com Vitor Martins, autor do best-seller Quinze Dias, e Amanda Julieta, pesquisadora e escritora baiana, mediada por Samira Soares. O debate trará reflexões sobre o papel da literatura na construção de identidades plurais e na valorização das narrativas negras, femininas e queer. Outro destaque é a participação da escritora Elayne Baeta, autora de O amor não é óbvio, que abordará o protagonismo LGBTQIA+ e o amor fora dos padrões heteronormativos, em conversa mediada por Deco Lipe, curador da Geração Flica.
Além das mesas sobre diversidade, a Geração Flica contará com nomes como Paula Pimenta, NegaFyah, Alice Nascimento, Breno Silva, Bia Crespo, Saulo Dourado, Karou Dias, Pétala e Isa Souza (Afrofuturas), entre outros. As conversas sobre slam, redes sociais, afrofuturismo e humor prometem tornar o espaço um dos pontos altos da FLICA 2025 — uma edição marcada pelo poder das palavras e pela celebração das diferenças.
(Na foto, a escritora baiana Elayne Baeta, autora do livro O amor não é óbvio)


