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Curta-metragem produzido na Bahia foi o único selecionado para a mostra É Tudo Verdade

O curta-metragem Talvez meu pai seja negro, dirigido pela realizadora baiana Flávia Santana e produzido pela Mulungu Realizações Culturais (@mulungurealizações) é o único filme baiano a integrar a Mostra Competitiva do festival É Tudo Verdade, um dos mais importantes eventos de documentário da América Latina. Com sessões em São Paulo nos dias 13 e 17 de abril e no Rio de Janeiro nos dias 14 e 18 de abril. As sessões contam com a presença da diretora em parte da programação e marcam mais um passo na circulação do filme pelo circuito audiovisual nacional.

No documentário, a diretora conduz a narrativa ao lado de seu pai, Antônio Santana, em uma investigação íntima sobre as origens da família. A partir de uma revelação que atravessa gerações, o filme percorre documentos, fotografias e memórias fragmentadas, abordando temas como identidade racial, pertencimento e apagamentos históricos. Ao partir de uma experiência pessoal, a obra alcança dimensões coletivas, refletindo sobre lacunas na construção das histórias familiares negras no Brasil.

Foto: Divulgação

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