Reconhecida como patrimônio imaterial da Bahia, a Irmandade é composta exclusivamente por mulheres negras
O casarão histórico da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte passou por um cuidadoso restauro em Cachoeira, no Recôncavo baiano. A obra, entregue nesta terça-feira (7), incluiu pintura da fachada, substituição de vidraças e maçanetas, além da adaptação dos banheiros para garantir melhor acessibilidade às irmãs, muitas delas idosas.

Reconhecida como patrimônio imaterial da Bahia, a Irmandade, composta exclusivamente por mulheres negras, é um dos maiores símbolos de resistência, fé e preservação cultural do país. Suas tradições misturam catolicismo e candomblé e mantêm viva a memória da luta contra a escravidão, além de destacar o protagonismo das mulheres negras do Recôncavo.
O projeto de restauração contou com o apoio da Acelen Renováveis, que recebeu uma placa de reconhecimento durante a cerimônia de entrega.
(Fotos: Divulgação)
