Em 2025, 17 estados passaram a contar com novas usinas fotovoltaicas de geração em operação. A Bahia se destacou nesse movimento e terminou o ano em terceiro lugar em expansão, com 1.011,70 MW adicionados à sua capacidade — ficando atrás apenas do Rio de Janeiro (1.672,60 MW) e de Minas Gerais (1.214,75 MW), segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Para visualizar o impacto desse crescimento, basta pensar que esse volume de energia seria suficiente para abastecer quase 900 mil residências durante um ano inteiro. É como fornecer eletricidade para uma cidade de porte médio-grande, com centenas de milhares de lares.
A força da Bahia no setor não é isolada: o Nordeste responde por cerca de 56% de toda a geração solar fotovoltaica do país, considerando os 12 meses até fevereiro de 2025, conforme dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Dentro da região, a Bahia ocupa posição de liderança, sendo responsável por 15,3% de toda a energia solar produzida no Brasil.
No total, o estado conta com 83 usinas do tipo, segundo último relatório da ANEEL.
Foto: ANEEL
