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Conhecida inicialmente como neta de Dorival Caymmi, Alice, numa carreira que já dura doze anos, conseguiu distanciar-se do posto de “nepobaby” com as escolhas artísticas, sempre com rigor estético, e forma com que lidou com a música. Aos 34 anos, a cantora carioca decidiu retornar ao seio familiar do avô baiano e revelou ao jornal O Globo que está em estúdio gravando um álbum em homenagem e com canções do avô, início de uma série de projetos em homenagem ao compositor de “Morena do Mar”.

“Eu já vinha trabalhando espiritualmente nisso há um tempo, e agora senti no coração que era o momento certo para começar essa série de celebrações, que têm a função de louvar e manter vivo o legado dele”, disse ao jornal. Nesta quinta-feira (23), a cantora estreia uma roda de samba em homenagem ao avô no Manouche Jardim, no Rio de Janeiro.

Com seis álbuns de estúdio, Alice tem músicas em parceria com Pabllo Vittar e Àttooxxá. Filha de Danilo e Simone Caymmi, foi o pai quem a ajudou a lidar com as questões de nascer em uma família proeminente na música e nos impactos disso na própria carreira. No começo foi chatinho (só ser conhecida por causa do avô), mas conforme fui furando bolhas estéticas e me mostrei uma artista completa, de verdade, não só “herdeira”, foram me conhecendo e fui acolhida, até por quem não sabia quem meu avô é — disse, ao Globo.

“Uma vez eu falei do meu avô para uma fã e ela perguntou: ‘Quem é?’. Odiei e amei (risos). Então chegou a hora de ligar um ponto ao outro. Estou completando um ciclo. É como se eu dissesse: ‘Que bom que vocês esqueceram, mas agora preciso que lembrem (que sou neta dele)’, lembra.

A poesia baiana e musical de Dorival Caymmi foi exportada por diversos nomes, começando por Carmen Miranda quando cantou “O que é que a baiana tem?” em 1938. Com uma carreira de mais de sete décadas, o músico foi imortalizado pelos sucessos como “Marina” e “Samba da Minha Terra” e regravado por diversos nomes da Música Popular Brasileira, incluindo Gal Costa com o especial “Gal Canta Caymmi”, de 1976.

“A obra do meu avô é tão pilar do que veio depois que ela pode mostrar para essa galera das gerações mais novas, inclusive crianças, que a música popular sempre foi a música popular. Talvez a obra dele seja a raiz comum. Sem besteiras, sem letras paradas no tempo, sem fórmulas mágicas de música popular, mas sendo popular na raiz”, completou Alice. Com informações de O Globo.

Foto: Reprodução/Instagram

Ronaldo Jacobina

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