Quatro filarmônicas se reúnem em Mucugê, na Chapada Diamantina, para a segunda edição do projeto Ponte para as Filarmônicas. Nos dias 19 e 20 de setembro, músicos de diferentes cidades participam de oficinas e atividades de integração, com encerramento em uma apresentação ao ar livre, no domingo, às 17h, na Praça Coronel Propércio, conhecida como Praça do Banco do Brasil.
O encontro reúne a Lyra Popular de Mucugê, a João Mendes de Almeida, de Canarana, a Filarmônica Minerva, de Morro do Chapéu, e a 25 de Fevereiro, de São Gabriel da Cachoeira. A iniciativa da Casa da Ponte busca ampliar a visibilidade das filarmônicas como patrimônio imaterial da Bahia e incentivar a troca entre músicos de diferentes gerações e linguagens.
As oficinas serão realizadas no Colégio de Tempo Integral de Mucugê (Cetim), no centro da cidade. A programação inclui aulas de flauta, clarinete, saxofones, trompete, trombone, tuba, bombardino, percussão e arranjos.



As atividades serão conduzidas por músicos da Orquestra Afrosinfônica, entre eles o maestro Ubiratan Marques, além de professores convidados. Para o maestro, o projeto cria conexões entre conhecimentos musicais, gerações e territórios. “Acreditamos que as filarmônicas são fundamentos históricos e culturais da música produzida na Bahia”, afirma.
Além da formação, o encontro pretende destacar o papel das filarmônicas na formação musical das comunidades e na preservação de tradições. A programação termina no domingo (20), com a apresentação conjunta das quatro bandas, aberta ao público.
O Ponte para as Filarmônicas é realizado pela Casa da Ponte Maestro Ubiratan Marques, com apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio do Fundo de Cultura da Bahia e do Programa de Apoio a Ações Continuadas.
Fotos: Divulgação
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