A capela do Museu de Arte Moderna da Bahia se transforma em espaço de contemplação e inquietação com a chegada de “Sem Humanidade”, nova mostra do artista Gustavo Reis, que ocupa o museu até o dia 7 de junho. A exposição propõe um encontro direto com uma produção que se afasta do conforto estético e aposta na provocação como ponto de partida.
Reunindo trabalhos que dialogam com diferentes manifestações de violência presentes no cotidiano, a mostra constrói um ambiente que estimula a escuta e o confronto de percepções. Ao ocupar um dos espaços mais simbólicos do museu, a exposição articula presença e silêncio, sugerindo um percurso em que a experiência do visitante se dá tanto pelo que é visto quanto pelo que se insinua.
Mais do que uma visita expositiva, “Sem Humanidade” se apresenta como um convite à implicação. As obras operam em camadas, deslocando certezas e exigindo um olhar atento para aquilo que costuma passar despercebido — o incômodo, a ausência, o que resiste em permanecer. Ao final, a experiência se aproxima menos de uma resposta e mais de uma permanência: imagens que continuam reverberando mesmo depois da saída do espaço.
Foto: Divulgação
Reunindo trabalhos que dialogam com diferentes manifestações de violência presentes no cotidiano, a mostra constrói um ambiente que estimula a escuta e o confronto de percepções. Ao ocupar um dos espaços mais simbólicos do museu, a exposição articula presença e silêncio, sugerindo um percurso em que a experiência do visitante se dá tanto pelo que é visto quanto pelo que se insinua.
Mais do que uma visita expositiva, “Sem Humanidade” se apresenta como um convite à implicação. As obras operam em camadas, deslocando certezas e exigindo um olhar atento para aquilo que costuma passar despercebido — o incômodo, a ausência, o que resiste em permanecer. Ao final, a experiência se aproxima menos de uma resposta e mais de uma permanência: imagens que continuam reverberando mesmo depois da saída do espaço.
Foto: Divulgação
