Com a reabertura pós-Carnaval, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) volta a trazer a exposição entreATOS do Acervo. Entre os destaques está a presença de Rubem Valentim, em recortes que atravessam o espaço e reafirmam a dimensão simbólica de sua produção.
Na Capela do museu, o monumental Templo de Oxalá ganha protagonismo após circular em turnê internacional. O conjunto reúne 20 esculturas brancas que figuram entre as criações mais emblemáticas das artes visuais na Bahia, dialogando, em escala e relevância histórica, com nomes como Carybé e Mario Cravo Jr.
Instalada no espaço arquitetônico da Capela — ambiente que por si só evoca recolhimento — a obra convida à contemplação silenciosa. A geometria rigorosa e os signos inspirados nas matrizes afro-brasileiras reafirmam a busca de Valentim por uma arte de vocação espiritual, em que forma e transcendência coexistem.
A mostra propõe uma experiência imersiva, em que o visitante é conduzido a desacelerar o olhar e perceber a permanência da arte como gesto que atravessa o tempo.
Foto: Reprodução
Na Capela do museu, o monumental Templo de Oxalá ganha protagonismo após circular em turnê internacional. O conjunto reúne 20 esculturas brancas que figuram entre as criações mais emblemáticas das artes visuais na Bahia, dialogando, em escala e relevância histórica, com nomes como Carybé e Mario Cravo Jr.
Instalada no espaço arquitetônico da Capela — ambiente que por si só evoca recolhimento — a obra convida à contemplação silenciosa. A geometria rigorosa e os signos inspirados nas matrizes afro-brasileiras reafirmam a busca de Valentim por uma arte de vocação espiritual, em que forma e transcendência coexistem.
A mostra propõe uma experiência imersiva, em que o visitante é conduzido a desacelerar o olhar e perceber a permanência da arte como gesto que atravessa o tempo.
Foto: Reprodução
