Com mais de três décadas de atuação contínua, o Bando de Teatro Olodum passa a integrar oficialmente o patrimônio imaterial de Salvador. O reconhecimento foi formalizado com a sanção da Lei nº 9.976/2026 pela Prefeitura, publicada no Diário Oficial na última segunda-feira (6), consolidando o papel do coletivo como um dos pilares da cena cultural da cidade.
A legislação estabelece que o município deverá promover iniciativas de salvaguarda, documentação e difusão da trajetória do grupo, com a participação da Fundação Gregório de Mattos e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Fundado em 1990 a partir da articulação entre o Grupo Cultural Olodum e artistas das artes cênicas, o Bando desenvolveu uma estética própria, em que teatro, música e dança se entrelaçam, sempre atravessados por questões como identidade, protagonismo negro e enfrentamento ao racismo.
Ao longo dos anos, o grupo também se firmou como espaço de formação e revelação de talentos. Entre os nomes que passaram por sua trajetória está o ator Lázaro Ramos, que ingressou ainda jovem e, mais tarde, destacou a relevância dessa vivência: “Ali estão meus primeiros ídolos, profissionais altamente capacitados”, disse em entrevista ao jornalista Pedro Bial em 2020. A companhia está ainda na origem de obras que ganharam projeção nacional, como Ó Paí Ó, além de ter contribuído para a formação de artistas que hoje atuam em diferentes frentes da cultura.
Foto: Reprodução
A legislação estabelece que o município deverá promover iniciativas de salvaguarda, documentação e difusão da trajetória do grupo, com a participação da Fundação Gregório de Mattos e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Fundado em 1990 a partir da articulação entre o Grupo Cultural Olodum e artistas das artes cênicas, o Bando desenvolveu uma estética própria, em que teatro, música e dança se entrelaçam, sempre atravessados por questões como identidade, protagonismo negro e enfrentamento ao racismo.
Ao longo dos anos, o grupo também se firmou como espaço de formação e revelação de talentos. Entre os nomes que passaram por sua trajetória está o ator Lázaro Ramos, que ingressou ainda jovem e, mais tarde, destacou a relevância dessa vivência: “Ali estão meus primeiros ídolos, profissionais altamente capacitados”, disse em entrevista ao jornalista Pedro Bial em 2020. A companhia está ainda na origem de obras que ganharam projeção nacional, como Ó Paí Ó, além de ter contribuído para a formação de artistas que hoje atuam em diferentes frentes da cultura.
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