A NEOJIBA prepara uma circulação internacional de fôlego com uma turnê inédita pela China, apontada como a mais ampla já realizada por uma orquestra brasileira no país. A agenda integra as celebrações do Ano Brasil-China e prevê quatro concertos entre abril e maio, com passagens por Pequim, Xi’an, Tianjin e Shenzhen. O roteiro internacional inclui ainda uma apresentação na Alemanha, dentro da programação do PodiumZukunft – Festival de Orquestras Jovens.
O repertório desenhado para a temporada combina diferentes tradições e períodos, reunindo nomes como George Gershwin, Heitor Villa-Lobos, Maestro Duda e Arturo Márquez, além de peças emblemáticas da música brasileira, a exemplo de Aquarela do Brasil e Tico-Tico no Fubá. Entre os destaques está “Kamarámusik”, assinada por Jamberê, que dialoga diretamente com a proposta estética do grupo.
Um dos elementos que deve marcar as apresentações é a presença do berimbau, instrumento-símbolo da cultura afro-brasileira, incorporado ao universo sinfônico como eixo narrativo. Com uma comitiva de 108 integrantes, entre músicos, regência e equipe técnica, a turnê reafirma a projeção internacional do programa baiano e evidencia a música como elo entre diferentes geografias culturais, conectando Brasil, Ásia e Europa em uma mesma experiência sonora.
Foto: Beatriz Menezes/Neojiba
O repertório desenhado para a temporada combina diferentes tradições e períodos, reunindo nomes como George Gershwin, Heitor Villa-Lobos, Maestro Duda e Arturo Márquez, além de peças emblemáticas da música brasileira, a exemplo de Aquarela do Brasil e Tico-Tico no Fubá. Entre os destaques está “Kamarámusik”, assinada por Jamberê, que dialoga diretamente com a proposta estética do grupo.
Um dos elementos que deve marcar as apresentações é a presença do berimbau, instrumento-símbolo da cultura afro-brasileira, incorporado ao universo sinfônico como eixo narrativo. Com uma comitiva de 108 integrantes, entre músicos, regência e equipe técnica, a turnê reafirma a projeção internacional do programa baiano e evidencia a música como elo entre diferentes geografias culturais, conectando Brasil, Ásia e Europa em uma mesma experiência sonora.
Foto: Beatriz Menezes/Neojiba
