O Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro, reabriu para visitação pública na última quarta-feira (02), após a restauração do edifício, que em setembro de 2018 sofreu um incêndio de grandes proporções, que dizimou quase a totalidade de seu acervo histórico e científico, construído ao longo de duzentos anos.
Um dos destaques entre as peças que sobreviveram ao fogo é o meteorito Bendegó, encontrado na Bahia em 1784, que agora deve ganhar um salão próprio para sua exposição.
A reabertura é temporária, causada pela programação especial “Entre Gigantes – uma Experiência no Museu Nacional”. Além do Bendegó, quem for ao museu poderá conferir um item valioso de história natural, o esqueleto de uma baleia cachalote de mais de 15 metros.
A vice-diretora do Museu Nacional, Andrea Costa, cita o empenho da comunidade da instituição para reabrir as portas ao público. “A comunidade do Museu trabalhou muito ao longo destes anos de reconstrução e tem resistido e se envolvido com a alma para a gente reabrir, para a gente continuar as nossas atividades”, disse.
Crédito: divulgação/UFRJ
