A artista e designer baiana Goya Lopes chega às cinco décadas de produção com uma inflexão simbólica em sua trajetória. Em cartaz no Museu de Arte do Rio, a mostra individual “Okòtò: espiral da evolução” apresenta um recorte que atravessa não apenas o vestuário que a consagrou, mas também pinturas, gravuras e investigações visuais que ampliam sua presença no campo das artes plásticas. A exposição segue aberta ao público até 7 de abril.
Aos 71 anos, Goya propõe um deslocamento na forma como sua obra é percebida. Reconhecida por estampas que ajudaram a consolidar uma iconografia ligada à identidade baiana, a criadora passa a enfatizar uma produção mais autoral, conduzida por inquietações que a acompanham desde o início da carreira.
A exposição reúne trabalhos de diferentes períodos, incluindo peças desenvolvidas ainda na década de 1970, quando a artista estudava na Escola de Belas Artes da Bahia. Apesar das mudanças de suporte, há uma linha contínua que atravessa sua produção: grafismos, símbolos e referências à cultura afro-brasileira se manifestam tanto nas roupas quanto nas obras bidimensionais.
Foto Reprodução
Aos 71 anos, Goya propõe um deslocamento na forma como sua obra é percebida. Reconhecida por estampas que ajudaram a consolidar uma iconografia ligada à identidade baiana, a criadora passa a enfatizar uma produção mais autoral, conduzida por inquietações que a acompanham desde o início da carreira.
A exposição reúne trabalhos de diferentes períodos, incluindo peças desenvolvidas ainda na década de 1970, quando a artista estudava na Escola de Belas Artes da Bahia. Apesar das mudanças de suporte, há uma linha contínua que atravessa sua produção: grafismos, símbolos e referências à cultura afro-brasileira se manifestam tanto nas roupas quanto nas obras bidimensionais.
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