O setor de veículos elétricos na Bahia pode entrar em um novo momento a partir de 2026. Isso porque termina no próximo 31 de janeiro o prazo de isenção do imposto de importação para veículos eletrificados desmontados — modelo adotado atualmente pela BYD em sua fábrica de Camaçari.
O benefício, concedido em julho de 2025, permitiu a importação de veículos dentro de uma cota de US$ 463 milhões com alíquota zero por seis meses. A medida teve impacto direto na estratégia da montadora chinesa, mas também gerou insatisfação entre fabricantes tradicionais já instalados no país.
Com o fim do prazo, a Anfavea, entidade que representa as montadoras, passou a defender que o incentivo não seja renovado, sob o argumento de que é preciso fortalecer a produção local. Do outro lado, a BYD tenta manter o modelo atual, ao menos por um período de transição.
A ideia é preservar o ritmo de crescimento da marca no mercado brasileiro sem repassar, no curto prazo, possíveis aumentos de custo ao consumidor. A decisão do governo é vista pelo setor como um indicativo dos rumos da política industrial para veículos eletrificados no Brasil.
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