O curta-metragem “O Chamado do Mar”, dirigido pelo cineasta baiano Thiago Sampaio, acaba de conquistar reconhecimento fora do país. A produção recebeu três prêmios no Rome Prisma Film Awards: Melhor Curta Documentário, Melhor Desenho de Som e Melhor Montagem. A premiação reúne produções independentes de diversos países e é considerada uma das mostras europeias de maior avaliação entre cineastas na plataforma FilmFreeway.
Conduzido pela voz da liderança indígena Alice Pataxó, o filme se constrói como um relato sensorial sobre pertencimento, território e memória. Reconhecida internacionalmente por sua atuação em defesa dos povos originários — ela já integrou a lista das 100 mulheres mais influentes do mundo da BBC — Alice conduz a narrativa a partir de reflexões pessoais e coletivas sobre a relação entre os povos indígenas e o mar.
Com linguagem documental e abordagem intimista, o curta acompanha o processo de reconexão da jovem comunicadora com o oceano, espaço que reúne tanto a dimensão espiritual e ancestral quanto lembranças de violência histórica sofrida por comunidades indígenas no litoral brasileiro. O resultado é uma obra que articula paisagem, memória e identidade em uma experiência cinematográfica marcada pela escuta e pela presença da voz indígena.
Foto: Reprodução
Conduzido pela voz da liderança indígena Alice Pataxó, o filme se constrói como um relato sensorial sobre pertencimento, território e memória. Reconhecida internacionalmente por sua atuação em defesa dos povos originários — ela já integrou a lista das 100 mulheres mais influentes do mundo da BBC — Alice conduz a narrativa a partir de reflexões pessoais e coletivas sobre a relação entre os povos indígenas e o mar.
Com linguagem documental e abordagem intimista, o curta acompanha o processo de reconexão da jovem comunicadora com o oceano, espaço que reúne tanto a dimensão espiritual e ancestral quanto lembranças de violência histórica sofrida por comunidades indígenas no litoral brasileiro. O resultado é uma obra que articula paisagem, memória e identidade em uma experiência cinematográfica marcada pela escuta e pela presença da voz indígena.
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