O projeto “Cameratas nos Museus”, da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), retorna em fevereiro ocupando alguns dos mais emblemáticos espaços culturais de Salvador. Entre os dias 19 e 25, museus do Centro Histórico e do Corredor da Vitória recebem apresentações gratuitas de grupos de música de câmara formados por integrantes da Orquestra, em uma proposta que aproxima o repertório sinfônico do patrimônio artístico da cidade.
A programação começa no dia 19 de fevereiro, no Museu da Misericórdia, com o Quarteto Novo, às 15h, seguido da camerata Opus Lumen, às 15h30. No dia seguinte, 20 de fevereiro, o Museu de Arte da Bahia (MAB) recebe o Bahia Cordas, às 15h, e novamente o Opus Lumen, às 15h30, mantendo o diálogo entre música de concerto e o acervo do espaço.
No dia 24, o projeto chega ao Museu Geológico da Bahia, com apresentações do Quadro Solar, às 15h, e do Bahia Cordas, às 15h30. O encerramento acontece em 25 de fevereiro, no Museu Carlos e Margarida Costa Pinto, onde se apresentam o Quadro Solar, às 15h, e o Quarteto Novo, às 15h30.
A iniciativa reafirma a vocação do “Cameratas nos Museus” de inserir a música de câmara no cotidiano cultural da cidade, criando experiências intimistas que convidam o público a percorrer os museus a partir de uma escuta atenta e sensível.
Foto: Divulgação
A programação começa no dia 19 de fevereiro, no Museu da Misericórdia, com o Quarteto Novo, às 15h, seguido da camerata Opus Lumen, às 15h30. No dia seguinte, 20 de fevereiro, o Museu de Arte da Bahia (MAB) recebe o Bahia Cordas, às 15h, e novamente o Opus Lumen, às 15h30, mantendo o diálogo entre música de concerto e o acervo do espaço.
No dia 24, o projeto chega ao Museu Geológico da Bahia, com apresentações do Quadro Solar, às 15h, e do Bahia Cordas, às 15h30. O encerramento acontece em 25 de fevereiro, no Museu Carlos e Margarida Costa Pinto, onde se apresentam o Quadro Solar, às 15h, e o Quarteto Novo, às 15h30.
A iniciativa reafirma a vocação do “Cameratas nos Museus” de inserir a música de câmara no cotidiano cultural da cidade, criando experiências intimistas que convidam o público a percorrer os museus a partir de uma escuta atenta e sensível.
Foto: Divulgação
