Café baiano no Vaticano – saiba como o grão chegou lá

Essa é especial para os amantes da bebida mais icônica do mundo. De 2009 a 2013, o Vaticano sorveu todo o sabor e aroma de um grão robusto, cultivado na Chapada Diamantina, núcleo cafeeiro que a cada ano vem se destacando mundialmente.

O café escolhido era proveniente da Fazenda Aranquan, em Ibicoara. Esse produto pode ser encontrado hoje em Salvador nos pontos de venda da Latitude 13, sendo exportado para vários países, como a distante Dinamarca, por exemplo. Na época, o produto ganhou a concorrência, entre cafés de várias origens, pela alta qualidade do grão e por ser orgânico e biodinâmico.

Conhecido no exterior como “Café Santo”, por causa de seu embarque, realizado pelo Porto de Santos, ele foi carinhosamente batizado de “Santo Café” no Vaticano. A bebida foi servida por cinco anos a muitos dos convidados que participaram de reuniões e encontros papais.

O Papa Francisco, falecido recentemente, assumiu seu pontífice em março de 2013, último ano do contrato de fornecimento do grão baiano, mas ainda assim pode provar, por meses, a iguaria da Fazenda Aranquan.

Crédito: Trip Advisor

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