Representantes de ministérios, da Aeronáutica, de agências e institutos federais e da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil formaram neste mês um grupo técnico que estudará a viabilidade do Brasil poder contar com seu próprio sistema de geolocalização por satélite, o GPS.
“O grupo ainda está se organizando”, declarou na última segunda-feira (21), em entrevista à Agência Brasil, Rodrigo Leonardi, que é diretor de Gestão de Portfólio da Agência Espacial Brasileira (AEB).

A AEB é um dos 14 órgãos e entidades que estarão presentes no comitê de estudos, que não descarta a possibilidade de convocar outros membros de instituições, centros de pesquisa e universidades que possam também contribuir com o projeto, com sugestões e aplicações do uso de tecnologia e soluções para superar problemas como posicionamento de satélites, dentre outros recursos que o GPS precisa para operar.
O grupo foi oficialmente instituído no início de julho, através da Resolução nº 33 do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro. O prazo que os técnicos têm para entregar um relatório ao governo federal é de 180 dias, contados a partir de 14 de julho.
Crédito: divulgação/Garmin


