Uma pessoa nascida na Bahia, em 2024, tinha expectativa de viver, em média, até 75 anos, 9 meses e 18 dias (ou 75,8 anos). Isso significa 2 meses e 12 dias a mais do que alguém nascido no estado em 2023, quando o cálculo era de 75,6 anos. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Instituto explica que a pandemia de Covid-19 provocou a elevação do número de mortes no Brasil e no mundo, com a consequente redução da expectativa de vida ao nascer no país, que recuou para 72,8 anos em 2021. A partir de 2022, com o arrefecimento da pandemia, esse indicador voltou a crescer, inclusive na Bahia.
Apesar do ligeiro aumento, a esperança de vida ao nascer no estado continua menor do que a média nacional, que chegou a 76,6 anos, num acréscimo de 2,4 meses em relação a 2023. O número da Bahia é o 10º mais baixo entre as 27 unidades da Federação e apenas o 6ª entre os nove estados da região Nordeste.
Ainda segundo o IBGE, as maiores esperanças de vida ao nascer permaneciam no Distrito Federal (79,7 anos), Santa Catarina (78,3 anos) e no Rio Grande do Norte (77,8). Os estados do Amapá (74,3 anos), Roraima (74,3) e Alagoas (74,4) tinham as menores expectativas.
No Brasil, são consideradas idosas pessoas com 60 anos de idade ou mais. Para elas, de acordo com o levantamento do Instituto, a esperança é de viver na Bahia, em média, mais 22,9 anos, chegando próximo aos 83. Para os homens de 60 anos, essa expectativa em 2024 era de 21,1 anos, e, para as mulheres, de 24,6.


