A chegada de “Velhos Bandidos” aos cinemas de Salvador, nesta quinta-feira (26), carrega um significado que ultrapassa a estreia convencional. Aos 90 anos, Fernanda Montenegro elege o longa como sua despedida das telonas, encerrando um percurso que atravessa décadas e ocupa lugar central na história do audiovisual brasileiro. O gesto confere ao filme um caráter quase memorial, marcado por afeto e consciência de legado.
Dirigido por Cláudio Torres, o projeto aposta em uma narrativa que combina ação e humor ao acompanhar um grupo de idosos disposto a executar um plano criminoso improvável. A trama se constrói sobre o contraste entre experiência e invisibilidade social, explorando com leveza questões ligadas ao envelhecimento e à autonomia. Em cena, Montenegro divide espaço com nomes como Ary Fontoura, Lázaro Ramos, Bruna Marquezine e Vladimir Brichta, em um elenco que sustenta o tom coletivo da obra.
Ainda que a atriz não descarte eventuais retornos pontuais ao cinema, “Velhos Bandidos” se impõe como um marco simbólico — uma despedida construída com elegância e intenção. Fora das telas, Fernanda Montenegro permanece ativa no teatro e na literatura, mantendo vivo o vínculo com a arte. Para o público baiano, a estreia oferece não apenas um novo filme, mas a chance de testemunhar o fechamento de um ciclo fundamental da cultura brasileira.
Foto: Divulgação
Dirigido por Cláudio Torres, o projeto aposta em uma narrativa que combina ação e humor ao acompanhar um grupo de idosos disposto a executar um plano criminoso improvável. A trama se constrói sobre o contraste entre experiência e invisibilidade social, explorando com leveza questões ligadas ao envelhecimento e à autonomia. Em cena, Montenegro divide espaço com nomes como Ary Fontoura, Lázaro Ramos, Bruna Marquezine e Vladimir Brichta, em um elenco que sustenta o tom coletivo da obra.
Ainda que a atriz não descarte eventuais retornos pontuais ao cinema, “Velhos Bandidos” se impõe como um marco simbólico — uma despedida construída com elegância e intenção. Fora das telas, Fernanda Montenegro permanece ativa no teatro e na literatura, mantendo vivo o vínculo com a arte. Para o público baiano, a estreia oferece não apenas um novo filme, mas a chance de testemunhar o fechamento de um ciclo fundamental da cultura brasileira.
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